Wednesday, September 23, 2009

Setembros

Quando mal nos tocamos, o mês já está quase terminando... aff! E tanta coisa que ficou para trás, o típico "amanhã eu faço" e vamos levando com a barriga e quando vemos, já estamos mudando a folhinha do calendário.
Preciso finalizar várias cositas... Se eu não deixar tudo pra amanhã (como aliás já fiz isso hoje), termino o mês bem.
Foi um mês cultural, isso não tenho dúvidas. Fiquei devendo pra Artes Plásticas e pra Música, mas Teatro e Cinema, tô bombando.
E no trabalho, então, nem se fala...
Mas gosto de Setembros no final das contas. Eles me fazem bem, normalmente minha vida fica leve depois dos Agostos bizarros. Não sei se tem algo a ver com a primavera, provavelmente sim. O motivo real pouco importa, o que vale é que Setembros são meses a serem lembrados.

Monday, September 07, 2009

Um autógrafo do Pedro Bandeira

Ok, eu trabalho com gente famosa, eu vejo o tempo todo a galera passando por mim, eu cresci no meio de atores, e faço um programa com o Ziraldo e nunca (nunca mesmo) tirei foto, peguei autógrafo ou coisa assim. Me segurei no dia que a Ruth Rocha foi ao programa lindamente, mas hoje não consegui. Era simplesmente o Pedro Bandeira, que guiou minha adolescência com livros como A marca de uma lágrima, Droga da Obediência, Pântano de Sangue e vários outros. Peguei um livro e fui lá pedir autógrafo, como fã mesmo. E, aliás, isso ele já sabia, porque todo mundo falava pra ele: "Ela é sua fã!","Ela tava louca pra você vir no programa!" Aí apontavam pra mim. Teve um momento em que ele me abraçou e ficamos lá conversando... ai ai ai.
Fã total.
Acho que depois disso vou ter que pedir autógrafo pro Ziraldo. Pega até mal, né? Trabalhar com ele a meses e nada... aí hoje chega o Pedro Bandeira e lá vou eu. Pelo menos hoje falei com o Ziraldo que a primeira peça infantil que assisti (pelo menos que eu me lembre) foi Flicts. E ele deu aquele sorrisão... Acho que aliviou pra mim.

***
Mas depois de um dia totalmente punk na gravação, ter um livrinho assinado pelo Pedro Bandeira... não tem preço.

Só perde pro dia em que fui na noite de autógrafos do Caio F. Ali era um pouco diferente, porque, como o nome já diz, era noite de autógrafos. Hoje não, foi só uma fã louca, emocionada com a entrevista dele. Aliás e a propósito, ele é um fofo.

Sunday, September 06, 2009

:(

Odeio acordar de sobressalto, depois de ter tido um pesadelo, e não conseguir voltar dormir depois. Parece que o dia fica todo perdido.

Friday, September 04, 2009

Problemas na Comunicação

Um amigo ficou de passar aqui em casa às dez da noite. Agora que vi: Já são vinte pra meia noite e ele nem se deu ao luxo de mandar uma mensagem de texto.

É engraçado, que mesmo com tantas possibilidades de comunicação hoje em dia, as pessoas continuam não se comunicando. Isso não é nem ruído na comunicação, é a falta dela. Comumente chamada como falta de respeito também.

Para sempre teu, Caio F.

Semana lendo Para sempre teu, Caio F., da Paula Dip. Nossa, que delícia e também quanta emoção, quanta lembrança e como não podia deixar de ser, quanto choro no último capítulo. E eu fui lembrando de várias passagens da minha vida ligadas ao Caio, desde o primeiro livro que comprei, Os dragões não conhecem o paraíso, por indicação do Candé, que vai até fazer um documentário sobre ele agora. Até o dia em que peguei um ônibus pra São Paulo com duas amigas só pra assistir a estreia de À beira do mar aberto em São Paulo, o que aliás foi uma sorte tremenda, porque a peça acabou não estreando no Rio. 
Quando o Candé quis montar a peça e pensou no Gilberto Gawronski para dirigir, já que ele era amigo do Caio e conhecia como ninguém a obra dele (eram tempos antes do Google, do Orkut e afins.), ele não sabia como contactar o Gilberto. Daí um dia na Cal eu vi o Gilberto, guardei bem a fisionomia dele e falei com o Candé. Uns dias depois teve alguma estreia no Carlos Gomes (acho) e lá estávamos eu e Candé e o Gilberto do outro lado, fomos lá no carão, apresentei os dois, mesmo sem ainda conhecer o Gilberto (que seria meu professor na Cal um tempo depois) e dei espaço pros dois conversarem. Daí surgiu a peça deles e a minha aventura de ir a São Paulo de ônibus, imagina logo eu, criada à base de viagens de avião.
Um tempo depois, o Caio veio pro Rio autografar Ovelhas Negras. Eu estava gripadíssima e  lá fui eu pra Argumento. O Candé disse que ia me apresentar ao Caio e eu não queria me aproximar muito dele, porque na época ele já estava doente e eu ficaria muito mal se passasse minha gripe pra ele, aí mantive uma certa distância. Totalmente emocionada. Ele autografou meu livro e disse: Olha, o que escrevi é verdade. Eu ri, agradeci e saí da fila que estava enorme. Abri meu livro e lá estava: "À Bruna, mais bela que a Lombardi." Imagina! Meu escritor preferido escrevendo isso pra mim!
Alguns meses depois, o Caio faleceu. Lembro da notícia saindo no Fantástico e eu chorando horrores. Daí liguei pra Doda que já sabia da noticia, porque a mãe dela era amiga dele. Ficamos as duas conversando horas. O Candé me ligou e disse que o Caio tinha pedido a todos que se vestissem de branco. No dia seguinte, uma 2a feira, lá estava eu, há muitos quilômetros de distância fazendo a minha homenagem a ele.
Anos depois fiz 3 peças dele na Cal e mais um pouco depois fiz minha monografia em cima de Pode ser que seja só o leiteiro lá fora (chamada: Maldição e Luz: Dicotomia Setentista). Lamentei um pouco o livro da Paula Dip ter só saído agora, teria me ajudado bastante na época. Mas eu já estava demorando horrores a entregar a Monografia, porque já sabia que o Caio Fernando AbreuCartas ia sair. Tanto é que assim que saiu, entreguei a monografia umas 3 semanas depois, era exatamente o que faltava para um belíssimo fechamento.
E, claro, que todas estas histórias, foram permeadas por muitas leituras de Caio F. As pessoas brincam comigo, porque tem vários contos que sei de cor. Tô agora fazendo Tudo no Timing, do Davis Ives, e claro que consegui colocar Caio no meio, então no meio de Tudo no Timing, tem a vez de Jean Tardieu, de Karl Valentin, e como não poderia deixar de ser, de Caio Fernando Abreu.

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Pano Rápido: Comprei o livro e fui pra casa de praia. O livro tava em cima da mesa e eu e meu pai assistindo a um show do Elvis Presley, lá pelas tantas, meu pai virou a taça de vinho inteira no meu livro. Normalmente eu teria ficado chateada, mas achei algo tão Caio. Sei lá, não tenho muita explicação. O único problema foram as páginas meio duras...

Sunday, August 30, 2009

Agostos

Acredita que ontem estourou a fossa no estúdio?

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É ou não o mês do cachorro louco?

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Usar acentos no Mac é uma obra divina... quanto tempo para me acostumar? Ai ai ai... A instalação do MSN deu errado... Saco!


Friday, August 28, 2009

Tempo de desilusão

Ok, eu confesso que não ando num momento muito bom, afinal numa semana um computador apagar totalmente e o outro só ligar através do modo de segurança, entre mil outras coisas e desligando sozinho depois de um tempo, só pedindo arrego.
Mas aí que se tenta rir das coisas, desopilar a cabeça, ver um modo melhor de ver o mundo.
E aí, de repente PLÁF! Acontece o inimaginado: Pessoas que nos desiludem. E aí vem a porrada, porque sai do mundo material e entra no emocional, que não está tão bem assim. Cara! É fogo, só pedindo pra parar o mundo e descer.
Isso porque eu nem falei da parte que a parede do meu quarto caiu, ou do meu quadril que continua ferrado ou do assalto da outra semana. Se eu começar a enumerar os problemas do trabalho, ferrou mesmo. Mas, enfim, mesmo com tudo isso em volta, ainda estava dando.
Mas quando entram pessoas no meio fazendo cagada, é fogo. Tem uma amiga que diz que exijo muito das pessoas, talvez seja verdade. Talvez seja apenas pra diminuir as desilusões do caminho e mesmo assim essas continuam existindo.
Mas, sei lá... Agora eu estou simplemente triste. Porque me deixei levar, porque fui boba, porque já passei da idade de ser boba e vários outros porquês.
Acho que to entendendo porque agosto é o mês do cachorro louco.

Wednesday, August 26, 2009

E dá lhe Suplicy!

  • "O melhor passo para a saúde do Senado e do próprio Sarney é simbolizado neste cartão vermelho. Que ele deixe a presidência do Senado permitindo que o Senado volte aos seus trabalhos normais"